Já desejei evanescer, levitar, depois mergulhei no úmido mais profundo da terra, cansada de querer compreender. Me dissolvi no trivial, aos poucos desapareci, no bom dia , na má noite, no caminhar lento sob o sol sob o efeito devastador de um tarja preta. Loucura, escravidão, eu nunca conheci, espreitaram-me mas fugi. Lambi a língua de um cão chamado Don Juan, frente a frente, olhos nos olhos, foi a comunicação mais completa que consegui.
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